O antigo aterro de Caximba, desativado desde 2010 em Curitiba, será palco do mais novo projeto da Prefeitura de Curitiba juntamente com a Copel, empresa de energia elétrica do estado do Paraná. O projeto consiste na transformação do antigo aterro em uma pirâmide para geração de energia solar. Além disso, a pirâmide ainda será movida a biomassa. Sua capacidade total de geração será de 5 Megawatt (MW).

Aterro da Caximba onde será feita a pirâmide de energia solar
Aterro da Caximba, Curitiba. Fonte: PMC.

Os estudos de viabilidade técnica estão sendo feitos e devem ser terminados até maio de 2020. O investimento previsto é de R$ 31,5 milhões e contará com participação de 49% da Copel e 51% do município.

Depois da instalação completa, a usina terá uma potência de 3,5 MW de energia solar e 1,5 MW de energia de biomassa, a qual será proveniente da poda de árvores e resíduos vegetais. Em um ano devem ser produzidos o montante de 18 600 MWh, ou seja, o necessário para abastecer 43% do consumo dos prédios municipais.

Projeção da pirâmide de energia solar
Projeção da pirâmide de energia solar. Fonte: PMC.

O projeto conta com o apoio da C40, rede de cidades comprometidas com o enfrentamento de mudanças climáticas, e da GIZ, agência de cooperação internacional do governo alemão.

Além deste projeto, a Prefeitura de Curitiba está implantando a energia solar na Rodoviária de Curitiba e em alguns terminais de ônibus da cidade.

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